domingo, janeiro 11, 2026

Gestão de Riscos Psicossociais e NR-01 : O Guia Completo para Empresas em 2026

Este artigo foi estruturado para ser um guia técnico, prático e médico-legal da Gestão de Riscos Psicossociais e NR-01 reunindo diagnóstico, dados reais, experiência clínica e caminhos objetivos para adequação à NR-01 em 2026.

A saúde mental deixou de ser um tema periférico nas empresas brasileiras. Em 2026, ela se tornou obrigação legal, fator de competitividade e linha direta de risco jurídico. A entrada definitiva dos riscos psicossociais no escopo da NR-01 mudou a forma como organizações devem enxergar produtividade, adoecimento e responsabilidade.

Como médico do trabalho, atuando diariamente na interface entre empresa, trabalhador, INSS e Justiça do Trabalho, afirmo com segurança: a maior parte dos afastamentos mentais poderia ter sido evitada se os riscos organizacionais tivessem sido corretamente identificados e tratados no momento certo.

Risco psicossocial é toda condição relacionada à organização do trabalho, às relações interpessoais e ao modelo de gestão que pode afetar negativamente a saúde mental, emocional e social do trabalhador.

Desde maio de 2025, com a consolidação da NR-01 no contexto do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), esses riscos passaram a ser formalmente obrigatórios no diagnóstico e no PGR de todas as empresas, independentemente do porte ou segmento.

Na prática médica, isso representa uma mudança clara:
não estamos mais falando apenas de “cuidar do colaborador”, mas de cumprimento normativo e prevenção de passivo jurídico.

Empresas que ainda tratam saúde mental como benefício opcional estão, tecnicamente, em situação de não conformidade.

Contexto objetivo do problema (dados nacionais)

AnoAfastamentos por transtornos mentaisCrescimentoCusto estimado
2023265 milR$ 89,5 bi
2024440 mil+66%R$ 152,0 bi
2025 (proj.)730 mil+66%R$ 252,0 bi
2026 (proj.)1.215 mil+66%R$ 420,0 bi

Esses números deixam claro por que o risco psicossocial deixou de ser um tema subjetivo e passou a ser um problema sistêmico e econômico.

O cenário real em 2026: por que Gestão de Riscos Psicossociais e NR-01 virou um problema estratégico

Os dados de afastamentos por transtornos mentais no Brasil cresceram de forma exponencial entre 2023 e 2026. Ansiedade, depressão e burnout deixaram de ser exceção para se tornarem diagnósticos rotineiros nos exames ocupacionais, especialmente em avaliações de retorno ao trabalho e periódicos.

Na minha prática clínica, é cada vez mais comum receber trabalhadores que não apresentam incapacidade física alguma, mas estão emocionalmente esgotados, inseguros, com queda cognitiva, dificuldade de concentração e sintomas claros de sofrimento relacionado ao trabalho.

O erro mais comum das empresas é acreditar que esses quadros são “problemas pessoais”.
A experiência médica mostra o oposto: na maioria dos casos, a causa é organizacional.

Quais são os principais tipos de riscos psicossociais nas empresas?

O mapeamento adequado dos riscos psicossociais parte da compreensão de que eles não surgem do indivíduo, mas do sistema de trabalho.

Entre os principais riscos observados em 2026, destacam-se:

  • Sobrecarga de trabalho e metas excessivas
  • Falta de autonomia e microgerenciamento
  • Assédio moral explícito ou velado
  • Hiperconectividade (mensagens e cobranças fora do horário)
  • Conflitos interpessoais crônicos
  • Insegurança no emprego
  • Falta de reconhecimento
  • Baixa previsibilidade organizacional

Na rotina médica, a hiperconectividade merece atenção especial. Muitos pacientes relatam que não conseguem “desligar” do trabalho, mesmo fora do expediente, o que leva a quadros de ansiedade persistente e insônia — fatores que aceleram o adoecimento.

Mapeamento técnico dos riscos psicossociais

Risco psicossocialFatores desencadeadoresPrevalência 2026Tempo até manifestação
SobrecargaMetas excessivas68%3–6 meses
Falta de autonomiaMicrogerenciamento72%2–4 meses
Assédio moralHumilhação35%1–3 meses
HiperconectividadeWhatsApp 24h81% (tech)4–8 meses
Falta de reconhecimentoInvisibilidade64%5–12 meses

Essa tabela ajuda o RH e a liderança a identificar causas, não apenas consequências.

Como identificar riscos psicossociais no ambiente de trabalho?

Identificar riscos psicossociais não é aplicar um questionário genérico e arquivar o resultado. Isso é um erro técnico comum e perigoso.

A identificação correta envolve:

  • Análise da organização do trabalho
  • Avaliação de indicadores objetivos (absenteísmo, turnover, afastamentos)
  • Entrevistas estruturadas com lideranças e equipes
  • Observação de padrões de adoecimento

Como médico do trabalho, costumo alertar empresas de que o adoecimento mental aparece primeiro nos números, muito antes de explodir em afastamentos longos ou ações judiciais.

Quando o diagnóstico é feito tardiamente, o custo já é alto — financeiro, humano e jurídico.

A diferença entre causa psicossocial e problema psicossocial

Esse é um ponto-chave que muitas empresas confundem.

  • Causa psicossocial: fator organizacional (ex.: metas inalcançáveis)
  • Problema psicossocial: consequência clínica (ex.: ansiedade, burnout)

Na medicina do trabalho, tratar apenas o problema sem corrigir a causa é ineficaz e juridicamente frágil.
O trabalhador retorna, adoece novamente e o ciclo se repete — muitas vezes com agravamento.

Como inserir riscos psicossociais no PGR de forma correta?

A NR-01 exige que os riscos psicossociais estejam integrados ao PGR, não em documentos paralelos.

O processo correto inclui:

  1. Identificação formal dos riscos psicossociais
  2. Classificação de severidade e probabilidade
  3. Definição de medidas de controle organizacionais
  4. Monitoramento contínuo

Na prática médica, vejo empresas que registram o risco no papel, mas não implementam nenhuma mudança real. Isso não protege juridicamente.

Medidas eficazes costumam envolver:

  • Redefinição de metas
  • Ajustes de jornada
  • Treinamento de lideranças
  • Limites claros à comunicação fora do expediente

Quais doenças psicossociais são mais comuns no trabalho?

As principais doenças relacionadas aos riscos psicossociais incluem:

  • Síndrome de Burnout
  • Transtornos de ansiedade ocupacional
  • Depressão contextual
  • Rust-out (estagnação e subutilização)

Diferenciação clínica essencial

SíndromePrevalênciaAfastamento médio
Burnout22%8–16 semanas
Ansiedade ocupacional34%4–8 semanas
Depressão contextual28%12–24 semanas
Rust-out18%6–12 semanas

Nos últimos anos, também observo com frequência a chamada síndrome da negação organizacional, especialmente em lideranças, onde o gestor evita reconhecer problemas até que o quadro se torne crítico.


Burnout pode gerar processo trabalhista?

Sim — e cada vez mais.

Quando há evidências de que o burnout decorre da organização do trabalho e a empresa não adotou medidas preventivas, o risco jurídico é elevado.

Impacto direto no absenteísmo

AgravoDias médiosRecorrênciaCusto anual (200 pessoas)
Ansiedade / depressão45–9065%R$ 3,7 mi
Burnout60–12080%R$ 4,8 mi
Lesão física15–3025%R$ 900 mil

Na prática pericial e ocupacional, afastamentos prolongados, reincidência e histórico de sobrecarga são elementos frequentemente analisados.


O risco psicossocial gera multa e autuação?

Sim. A fiscalização do trabalho já considera a ausência de avaliação psicossocial como não conformidade, especialmente quando associada a afastamentos por transtornos mentais.

Mas é importante destacar:
a multa é o menor dos problemas.

O maior impacto está em:

  • Absenteísmo prolongado
  • Presenteísmo (queda silenciosa de produtividade)
  • Turnover elevado
  • Processos trabalhistas e previdenciários

O custo invisível do presenteísmo

IndicadorCusto anual estimado
Baixa concentraçãoR$ 1,4–2,0 mi
Engajamento reduzidoR$ 1,7–2,2 mi
Presenteísmo severoR$ 1,3–1,6 mi
TotalR$ 7,7–10,4 mi

Quem pode avaliar riscos psicossociais?

A avaliação correta é multiprofissional.

  • Médicos do trabalho analisam impactos clínicos, nexo causal e implicações legais
  • Psicólogos atuam no diagnóstico organizacional e intervenções

Como médico do trabalho, minha função não é “tratar doenças”, mas avaliar capacidade laboral, risco ocupacional e segurança jurídica para empresa e trabalhador.

Esse alinhamento é essencial em 2026.

Quais indicadores de saúde mental devem ser monitorados?

Empresas maduras monitoram:

O presenteísmo merece destaque: trabalhadores adoecidos, mas ainda ativos, geram perdas muito maiores que o absenteísmo — e passam despercebidos.

Risco psicossocial exige laudo médico?

Nem sempre.

O risco psicossocial é organizacional. O laudo médico é indicado quando há:

Confundir diagnóstico organizacional com laudo médico é erro técnico que enfraquece a gestão de riscos.

Como a empresa deve se adequar a Gestão de Riscos Psicossociais e NR-01 na prática (Guia Objetivo – NR-01)

A adequação aos riscos psicossociais não depende apenas de boa intenção ou discurso institucional. Em 2026, a conformidade com a NR-01 exige método, documentação e ações objetivas, capazes de demonstrar prevenção real e gestão ativa do risco.

A seguir, apresento os pilares práticos que utilizo na minha atuação como médico do trabalho para orientar empresas que precisam se adequar de forma técnica, segura e juridicamente consistente.

O que é o risco psicossocial de acordo com a NR-01?

O risco psicossocial é o conjunto de condições de trabalho relacionadas à organização das atividades, às relações interpessoais e ao modelo de gestão que podem gerar estresse psicológico, sofrimento mental e adoecimento do trabalhador. Pela NR-01, sua identificação é obrigatória e deve integrar o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Na prática de 2026, não basta reconhecer o conceito. A empresa precisa mapear ativamente fatores como assédio, sobrecarga, conflitos, isolamento e pressão excessiva, mesmo que ainda não exista afastamento formal.

Como médico do trabalho, observo com frequência que empresas só passam a se preocupar com o risco psicossocial após o surgimento de afastamentos longos ou processos judiciais. Tecnicamente, esse é o momento mais tardio e mais caro para agir. A NR-01 exige atuação preventiva, não reativa.

Quando o risco existe na rotina do trabalho, ele deve constar no PGR, independentemente de haver diagnóstico clínico instalado.

Como identificar e colocar os riscos psicossociais no PGR?

A identificação dos riscos psicossociais no PGR deve ser feita por meio de ferramentas estruturadas e validadas, e não apenas por percepções subjetivas. Questionários psicométricos, entrevistas organizacionais e análise da dinâmica do trabalho são os instrumentos mais utilizados.

No inventário de riscos, a empresa deve registrar de forma clara:

  • O perigo psicossocial
    Exemplo: pressão excessiva por metas, liderança coercitiva, sobrecarga cognitiva.
  • O dano possível
    Exemplo: burnout, ansiedade, depressão, queda de desempenho, afastamentos.
  • As medidas de controle
    Exemplo: ajustes organizacionais, capacitação de lideranças, acompanhamento médico e psicológico especializado.

Um erro recorrente que observo na prática ocupacional é a inclusão genérica do risco no PGR, sem plano de ação, sem responsáveis e sem monitoramento. Esse tipo de registro não protege a empresa em fiscalizações ou processos, pois não demonstra gestão efetiva do risco.


Quais são as principais doenças psicossociais reconhecidas no trabalho?

As doenças psicossociais mais frequentemente reconhecidas pela medicina do trabalho incluem a Síndrome de Burnout, os transtornos de ansiedade e os episódios depressivos relacionados ao contexto laboral.

Esses quadros não são automaticamente ocupacionais. O ponto central é a avaliação do nexo causal entre o adoecimento e a organização do trabalho. Quando esse vínculo é estabelecido, as consequências podem envolver afastamentos previdenciários, estabilidade provisória e responsabilização da empresa.

Na minha atuação clínica, é comum identificar que o adoecimento poderia ter sido evitado se fatores organizacionais tivessem sido corrigidos precocemente. Programas estruturados de monitoramento de saúde mental, associados ao acompanhamento médico e psicológico, reduzem significativamente a evolução para quadros graves.

Prevenir doenças psicossociais não é apenas uma questão assistencial — é uma estratégia de gestão de risco.

Como funciona o treinamento de risco psicossocial com certificado?

O treinamento de risco psicossocial faz parte das boas práticas de gestão moderna de riscos ocupacionais e pode ser realizado de forma online ou presencial, inclusive durante exames periódicos.

Esse treinamento aborda:

  • Conceito de risco psicossocial
  • Identificação precoce de sinais de sofrimento mental
  • Condutas preventivas no ambiente de trabalho
  • Fluxos de encaminhamento e suporte

A certificação gerada pelo sistema, validada por médico do trabalho e psicólogo, comprova que a empresa informou, capacitou e orientou seus trabalhadores e lideranças.

Do ponto de vista jurídico, esse certificado tem valor estratégico. Ele demonstra que a empresa adotou medidas preventivas concretas, o que é fundamental em fiscalizações da NR-01 e em eventual discussão judicial sobre responsabilidade.

É permitido realizar consultas de saúde mental ocupacional por telemedicina?

Sim. A telemedicina é autorizada e amplamente utilizada para consultas de saúde mental ocupacional em todo o Brasil. Ela permite o acompanhamento ágil de trabalhadores que apresentam alterações psicológicas detectadas em exames ocupacionais ou no dia a dia da empresa.

Na prática, a telemedicina possibilita:

  • Avaliação precoce de sintomas
  • Monitoramento contínuo
  • Redução de deslocamentos
  • Agilidade na tomada de decisão médica

Quando integrada a um sistema seguro, o médico do trabalho e o psicólogo conseguem realizar diagnóstico, acompanhamento e registros técnicos que alimentam o PCMSO, apoiam decisões de aptidão e permitem a correta comunicação com o eSocial.

Empresas que utilizam a telemedicina de forma estruturada conseguem intervir antes do afastamento, reduzindo custos e protegendo tanto o trabalhador quanto a organização.

Fechamento técnico antes da conclusão

A adequação aos riscos psicossociais, conforme a NR-01, exige que a empresa deixe de tratar saúde mental como tema abstrato e passe a enxergá-la como risco ocupacional mensurável e gerenciável.

Quando bem estruturadas, essas ações:

  • Reduzem afastamentos
  • Diminuem passivo jurídico
  • Aumentam produtividade
  • Fortalecem a cultura organizacional

O risco psicossocial não é tendência, é realidade

Em 2026, a gestão de riscos psicossociais deixou de ser discurso e passou a ser exigência concreta.

Empresas que tratam o tema com seriedade:

  • Reduzem afastamentos
  • Protegem-se juridicamente
  • Retêm talentos
  • Aumentam produtividade

Como médico do trabalho, afirmo:
prevenir é sempre mais eficaz — e mais barato — do que remediar.

A NR-01 não veio para punir empresas, mas para corrigir um modelo de trabalho que adoece. Quem entender isso cedo terá vantagem competitiva real.

5. Soluções e Tecnologia: O Diferencial da sua Clínica na Gestão NR-01

Como escolher softwares e ferramentas para gestão de riscos psicossociais?

Resposta Direta: Para escolher a melhor solução tecnológica em 2026, a empresa deve priorizar softwares que integrem o mapeamento de riscos psicossociais diretamente ao PGR, ofereçam dashboards em tempo real para o RH e garantam segurança de dados sensíveis conforme a LGPD. As ferramentas devem permitir o levantamento de riscos no trabalho através de metodologias validadas por médicos e psicólogos, facilitando a emissão de certificados e o envio de eventos para o eSocial.

Quais soluções tecnológicas são indispensáveis hoje?

No cenário atual de fiscalização rigorosa, não basta apenas identificar o risco; é preciso gerencialo com ferramentas precisas. As principais soluções envolvem:

  • Sistemas de Diagnóstico Digital: Ferramentas que automatizam a avaliação de risco psicossocial e o diagnóstico organizacional.
  • Plataformas de Treinamento Integradas: Softwares que oferecem cursos online com rastreamento de progresso e emissão automática de certificados.
  • Softwares de Gestão de Plano de Ação: Painéis que permitem ao RH acompanhar a eficácia das medidas de controle sugeridas no PGR.

O Diferencial da Nossa Estrutura: Presencial, Online e Telemedicina

Nossa clínica estruturou um ecossistema completo para garantir que sua empresa tenha autoridade técnica e segurança jurídica:

  1. Treinamentos Híbridos: Realizamos treinamentos presenciais aproveitando o momento em que o funcionário comparece para o exame periódico, otimizando o tempo da empresa, além de módulos online de alta retenção.
  2. Telemedicina Ocupacional Especializada: Oferecemos consultas por telemedicina em todo o Brasil, focadas especificamente em alterações de saúde mental detectadas no rastreio, garantindo intervenção precoce.
  3. Sistema Confiável com Certificado: Todo o processo é gerido em uma plataforma robusta, onde cada treinamento e consulta gera um certificado validado eletronicamente, pronto para auditorias.

Por que o acompanhamento por Médico do Trabalho e Psicólogo é vital?

Diferente de plataformas puramente automatizadas, nossa solução foca na curadoria técnica. Como identificar riscos psicossociais no PGR exige análise subjetiva e clínica , a presença conjunta do médico do trabalho e do psicólogo garante que o levantamento de riscos psicossociais no trabalho não seja apenas um formulário preenchido, mas uma estratégia real de prevenção de doenças.+1

RecursoNossa Solução (Médico + Psicólogo)Softwares de RH Comuns
Validação TécnicaAssinatura Médica de EspecialistaApenas algoritmo
Conformidade NR-01Totalmente integrada ao PGR 3Genérica
Atendimento NacionalTelemedicina em todo o BrasilApenas local ou limitada
CertificaçãoAutomática e AuditávelFrequentemente manual

Se você atua em RH ou contabilidade e precisa orientar empresas quanto à adequação à NR-01, a gestão de riscos psicossociais exige método técnico, documentação correta e respaldo médico-legal.
Nós estruturamos todo o processo de forma objetiva: diagnóstico dos riscos psicossociais, inclusão no PGR, definição de medidas de controle, treinamento com certificado e acompanhamento por médico do trabalho e psicólogo, com registros claros para fiscalização, auditorias e suporte às obrigações do eSocial quando aplicável.

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Atenção

Dr José Cláudio Rangel Tavares

Médico do Trabalho (CRM-MG 25371 | RQE 13946), com atuação em exames ocupacionais, avaliações médico-legais como Perito Médico Assistente e gestão de fatores psicossociais relacionados ao trabalho (NR-1). Atua na Clínica Exames Ocupacionais, em Belo Horizonte (MG), apoiando empresas na tomada de decisões técnicas seguras em conformidade com a legislação trabalhista e previdenciária.